Telejornal de Ana Paula Padrão muda de horário
Semana que vem, com a estréia da novela Cristal, que passará a ocupar o horário das 19h00, o SBT Brasil, apresentado por Ana Paula Padrão, vai sofrer uma mudança de horários. Das atuais 19h00 em que vai ao ar, passará a ir às 18h30, saindo do chamado horário nobre da tevê aberta.
Isso nos remete à estréia do programa, ano passado, com toda a badalação em cima de Ana Paula Padrão, que era recebida como a rainha do telejornalismo brasileiro e que vinha para arrasar na audiência. Com uma semana de exibição, todo mundo já considerava o jornal como fracassado na tarefa de ter uma mega audiência e já especulavam que Silvio Santos iria trocá-lo de lugar. Foi o que aconteceu: Silvio Santos mexeu aqui, mexeu ali, e antecipou um pouquinho só o horário do jornal. Esse ano, Carlos Nascimento saiu da Band e veio para o SBT para trabalhar como novo apresentador de telejornal. Ele ocupa, atualmente (quanto tempo vai durar, ninguém sabe), dois horários: um que vai das 22h00 às 22h30, e outro que vai de 00h30 à 01h00. Um horário praticamente repete a notícia do outro - e quando isso não acontece, há encheção de lingüiça básica. Semana que vem, ele ficará apenas com o primeiro horário e assumirá o SBT SP, das 18h00 às 18h30. Como telejornal regional, o horário é ótimo.
O horário que Ana Paula vai ocupar nacionalmente, 18h30, é tão ruim que a coloca numa quase-inferioridade de poder se comparada ao que Carlos Nascimento tem atualmente. Ele tem dois horários muito melhores para apresentar o seu jornal, e vai ganhar uma bancada mais moderna na semana que vem. Ana Paula ainda é a diretora do núcleo de jornalismo do SBT, mas seu jornal está muito enfraquecido pela turbulência que sofreu. A tendência é que com o circo que o SBT está montando para cobrir a Copa do Mundo, a coisa melhore. Mas vai saber.
Seleção do Faustão - qual a credibilidade agora?
Se você deixou de mudar de canal durante algum intervalo da programação da Globo, já deve ter visto algum sorteio comandado pelo Faustão (ou pela Cissa Guimarães ou pelo Luigi Barricelli) chamado "Seleção do Faustão". Basicamente, trata-se de mandar uma mensagem de texto de celular para um determinado número e concorrer a uma porrada de prêmios por dia durante o sorteio inteiro. A promoção toda é muito legal e confesso que já mandei uma mensagem para concorrer nos sorteios.
Só que agora a pouco, acabou de se realizar mais um sorteio com uma gafe inadmissível. Apareceu lá o DDD e os quatro últimos números do celular, além do nome e da cidade da ganhadora. O DDD era 47, e a cidade era Florianópolis. Qual o problema? É que eu moro em Florianópolis e o DDD daqui e de uma boa quantidade de cidades vizinhas é 48, e não 47. Pelo formato de participação da promoção, onde não se escreve nome ou cidade, apenas se responde a uma pergunta que o Faustão faz na hora, não há chance alguma de ela ter um celular de Florianópolis (DDD 48) e ter sido recebido como DDD 47.
Agora, eu me pergunto: foi apenas um erro, uma pequena confusão do sistema da premiação? Isso é possível nos dias de hoje, onde a tecnogia é quase infalível - quem dirá a auditoria de um sorteio como aquele? Eu sei que, com isso, o concurso perdeu toda a credibilidade que tinha comigo. E acabei de perder todas as esperanças de ganhar alguma coisa.
Lost lucra com criatividade de seu criador, JJ Abrams
Não é mistério para ninguém que a série Lost é um dos maiores sucessos da televisão norte-americana dos últimos tempos - não apenas nos Estados Unidos, mas mundialmente. Esse sucesso não costuma se reverter em audiência, já que a série raramente aparece no top 5 dos programas com a maior audiência dos EUA. O sucesso de Lost, porém, está no poder de magnetizar e transformar o telespectador em fã obsesso por mais mistérios e resoluções. Atualmente, Lost é a série mais querida da internet, com o maior número de sites dedicados exclusivamente ao desvendamento de seus mistérios e debate de idéias e teorias.
Seria errado classificar Lost como uma série para viciados em televisão ou nerds. O público da série abrange desde idosos até crianças que imitam os vícios de linguagem do personagem Hurley. Para poder dar cobertura a essa abrangência enorme que a série - talvez inesperadamente - atingiu, a indústria norte-americana, em parceria com o canal que transmite o programa por lá (a ABC), resolveu criar um arsenal de produtos para lucrar e saciar a vontade do telespectador por novidades.
Um desses produtos será lançado apenas ao final do ano, mas já mexe com a cabeça do público da série, independente de qual seja a idade: a coleção de bonecos dos personagens. Jack, Kate, Shannon, Locke, Hurley e Charlie vão virar miniaturas a serem lançadas ao final deste ano. Junto aos bonecos, um folheto explicará a história do personagem na série, além de um mapa da ilha. Um grupo de representantes da empresa de brinquedos McFarlane Toys foi até o set de gravações da série e, com o consentimento dos atores e da produção, captou o necessário das feições dos atores.
Outro produto que está sendo muito bem vendido nos Estados Unidos, ainda que mais para o público intelectual da série, é um livro chamado Bad Twin, de um autor fictício (Gary Troup) que morreu justamente na queda do avião que deu origem à Lost, e foi lá onde o livro foi encontrado. Não se sabe quem é o autor verdadeiro do livro (um mistério - que novidade em se tratando desta série!) tampouco se sabe se o mesmo tem algo a ver com os mistérios que cercam a série. Atualmente, Bad Twin é o 25° livro mais vendido no famoso site de compras Amazon e o número 14 do The New York Times. Isso só porque apareceu na série!
Por fim, Lost marca presença também naquela que tem sido uma das maiores tendências entre os seriados norte-americanos: derivar um jogo virtual. A série já tem um jogo online chamado Lost Experience. Porém, até o meio de 2007, uma famosa produtora de jogos francesa, a Ubisoft, vai entregar ao mercado mundial (portanto, o Brasil também deve receber sua parcela de cópias do game) um vídeo-game tradicional (daqueles que não são feitos para computador, mas para aparelhos próprios como o Playstation ou o Nintendo).
Na televisão, que é o que mais importa, a série continua mandando bem. No episódio que o AXN exibe nesta segunda-feira, e que o blog já conferiu com antecedência, o personagem Charlie terá um episódio em que seu lado psicológico será muito aproveitado. Essa segunda temporada tem sido, diferentemente da primeira, um prato cheio para os atores que querem mostrar serviço e - por que não? - ganhar algum prêmio mais para frente (Emmy?). O episódio da última segunda-feira, conforme eu tinha comentado aqui, serviu para Matthew Fox dar um show de interpretação e aprofundar seu personagem. Engraçado que, em tese, isso não é o comum de acontecer quando a gente percebe que a parcela de mistérios e ação está aumentando. JJ Abrams é mesmo um ótimo roteirista.
Seja fisicamente (com os bonecos), intelectualmente (com o livro) ou por puro entretenimento (com os jogos), Lost tem criado outros meios para alimentar a mente do telespectador com conteúdo real e inteligente, como há muito tempo não se via. Isso é um tapa na cara daqueles que acusavam a televisão de ter parado no tempo e esquecido de evoluir - e que agora, às escondidas ou não, se deliciam com a série.
Antes que eu me esqueça...
... o episódio do último domingo de My Name is Earl (FX, domingos, 21h/FX, quintas, 23h) foi simplesmente extraordinário. A série, aliás, se firmou como uma das melhores comédias da atualidade.
Hilário
Isso não é uma montagem. A foto abaixo é do site oficial de Ídolos, na home do Osnir.

O lado engraçado de Belíssima
O capítulo deste sábado de Belíssima foi especialmente bom para percebermos um lado, dentre os muitos, em que a novela também é competente, mas que a gente nem sempre percebe. No meio da trama complexa, misteriosa, dramática, familiar, ainda que dificilmente melodramática, há um lado cômico muito bom.
Este episódio de que falamos começou e terminou dramático. Mas o miolo foi especialmente de comédia. Alexandre Borges, que sempre passou longe de ser um dos meus atores favoritos, brilhou em uma cena com Cláudia Raia, que igualmente nunca foi uma das minhas atrizes favoritas. Aquela seqüência foi especialmente engraçada e inspirada por parte de autor e atores. Só que houve mais: as cenas que rodearam essa seqüência foram salpicadas por toques de humor, com uma tirada no meio de um diálogo aqui e acolá. Alberto conduziu esses momentos especiais de humor em uma trama que poderia se perder caso se entregasse de vez ao fio condutor dramático e misterioso e esquecesse do resto.
É importante lembrar que, em Belíssima, nada se perde, tudo se aproveita. E mesmo que o humor não seja necessário, ele está lá sem chamar a atenção excessivamente e criando momentos despretensiosos que só engrandecem a harmonia entre todos os lados da teledramaturgia existentes na novela de Silvio de Abreu.
Minha Nada Mole Vida termina temporada e volta em outubro
Acabou, ontem, a primeira temporada do humorístico global estrelado por Luiz Fernando Guimarães, Minha Nada Mole Vida. Segundo a própria emissora havia dito através da assessoria, há algumas semanas, a audiência e a repercussão do programa teriam agradado a alta cúpula. Isso acabou resultando no anúncio oficial de mais duas temporadas do humorístico.
Já havia anunciado aqui no blog que a tendência era exatamente esta e, por mais que algumas pessoas tivessem a certeza de que a renovação não aconteceria, o humorístico tinha conseguido uma sacada muito boa nos dois últimos episódios, que foi a inclusão do personagem de Paulo Betti, um repórter concorrente do personagem de Luiz Fernando Guimarães, na luta pela audiência do segmento "jornalismo de celebridades". A idéia foi muito boa e o texto deverá aproveitar muito bem, não deixando a sacada se tornar uma piada só.
A segunda temporada de Minha Nada Mole Vida começa em outubro, segundo declarações do próprio elenco. E foi do próprio elenco também que saiu a declaração de que em 2007 haverá uma terceira temporada do humorístico.
Na próxima sexta-feira, o seriado Carga Pesada volta com mais uma temporada para substituir Minha Nada Mole Vida.
Maratona "Mês das Mães" na Sony
É em cima da hora, mas não custa avisar que às 14h00 a Sony começa a transmitir uma maratona chamada "Mês das Mães" que vai até as 17h00, com episódios de séries cujas mães estão no centro das atenções. A ordem será essa:
14h - Married With Children
14h30 - Out of Practice
15h - My Wife and Kids
15h30 - That 70s Show
16h - Everybody Loves Raymond
16h30 - Everybody Hates Chris
Eis aí um bom programa para esse sábado.
Novo horário de Avassaladoras
A série nacional Avassaladoras, pela Fox, mudou de horário. Agora, a produção é exibida toda sexta-feira, às 21h00. Hoje vai ao ar o primeiro episódio após essa mudança de horários. O nome do episódio será Bebê a Bordo.
Katharine pós-American Idol
Eu juro que são duas coisas rapidinhas, e vou tentar parar por aqui, senão vocês vão me matar por tanto insistir em falar na Katharine.
É que o CD-single dela já está sendo vendido (pré-venda, na verdade) no Amazon.com (vá direto clicando aqui) e está em uma colocação de vendas ainda razoável. O do outro finalista já está em quinto lugar!
Por fim, hoje, no programa do Larry King, na CNN (pra quem tem o canal na tevê por assinatura aqui no Brasil, o programa será às 23h00, horário de Brasília), a Katharine, o Ryan Seacrest e o outro finalista vão marcar presença. Imperdível.
Ídolos: Davison aprovado
Uma boa escolha, apesar de não ter sido a melhor possível. Surpreendente apenas por deixar o top 10 irregular entre homens (6) e mulheres (4).
O que vocês acharam da escolha de Davison?
A repescagem de Ídolos
Ontem, Ídolos, o programa, teve sua melhor noite. O ritmo estava excelente, a edição muito boa, não houve excessos (excluindo o merchan do laptop) por parte dos apresentadores e os jurados estavam muito bem, sem falar grandes asneiras ou algo parecido. Por outro lado, os participantes, de modo geral, tiveram uma noite apenas competente. A melhor noite foi a da última quarta-feira, sem ser ontem. Mesmo assim, a competência dos que restaram para fazer a repescagem não deixaram dúvidas sobre quem receberia o meu voto.
Mais uma vez (e agora com um pouco mais de esperança), votei na Marielhe. Amei a forma como ela cantou, como se portou no palco, e mesmo a escolha da música, que tinha sido o problema do último show. Achei a melhor apresentação feminina, diferentemente do que os jurados disseram. Na opinião deles, foi a Karina. Eu tinha tudo para gostar dela: tem qualidade vocal e é do mesmo estado que eu. Mas ontem, em especial, ela criou todo um ambiente para se destacar dos outros, vindo com agradecimento ao sul do país, mandando lição de moral com a escolha da música, e fazendo uma apresentação totalmente teatral, cheia de olhares e tal. Acabou que no final, fiquei com antipatia por ela - e eu creio que quem passa para a próxima fase é ela, portanto, preciso zerar urgentemente meu conceito.
De resto, deu para cair a máscara de alguns. A Talita, por exemplo, não é nada demais, apenas simpática e tímida. O Reginaldo é aquilo lá e só. A Larissa está mais interessada em emular os outros do que criar seu próprio estilo. E a decepção foi mesmo com Ludmila (foto do post). A última, em especial, já deixou manjado seu jogo: a voz tem os mesmos cortes bruscos sempre, há um estilo de superinterpretação desnecessário e, infelizmente, ela parece ter subido no salto alto e ficado lá, criando bordão e tudo. Isso sem contar que ela escolheu a pior música do mundo. É uma decepção, porque, das audições, ela foi uma das surpresas positivas.
Davison e Joseane foram dois participantes que me agradaram demais. O primeiro, porque é um exímio conhecedor de seu potencial e de seu futuro público-alvo. A música escolhida é bem fraquinha (Armandinho?), mas ele fez os jogos vocais corretos, não exagerou e deve ter agradado muito bem aos que já gostavam dele antes (não é meu caso) e deve ter feito fãs (não chega a ser meu caso, mas eu bem que gostei dele). Joseane, por fim, não tem chance nenhuma de passar para a próxima fase, mas tem poder vocal incrível e afinação para dar e vender.
Pois bem, que acabará sendo o único escolhido dessa repescagem para fechar o top 10? Karina e Davison parecem ser os favoritos. Só que o elemento-chave parece ser a necessidade de haver um equilíbrio masculino/feminino. Até agora, classificados, há 5 homens e 4 mulheres. Isso me leva a crer que uma mulher será classificada. O negócio está entre Ludmila e Karina. Minha aposta é na paixão da produção (ela foi a mais focada ontem, mesmo quando olhava fixamente suas unhas), Ludmila. Será mesmo? É o que Ídolos vai nos mostrar hoje, no SBT, às 22h30, e que a gente vai comentar depois. Até.
Vencedor de AI5, como previsto, não é a nossa Katharine
Estou triste porque a Katharine não ganhou. Muito triste. Ora, eu não devia! Katharine ganhou o mesmo contrato que o vencedor ganha e terá seu single lançado já no mês que vem! A única diferença entre o vencedor e Kat, portanto, foi o título de vencedor do programa. Só.
Mas eu continuo triste. Do mesmo modo que a McPheever te deixa muito feliz, ela te deixa muito arrasado.
Como forma de lembrança - e nessa hora eu já estou em lágrimas... -, eu deixo aqui um vídeo com os melhores momentos da Katharine.
Eu vou sempre amar Katharine McPhee, aconteça o que acontecer! ;-)
American Idol: a semifinal
Lá se vão alguns meses desde que a quinta temporada de American Idol começou. Grandes cantores e péssimos aspirantes a cantores já passaram pelo reality show, até que restaram os três semifinalistas: Katharine, Taylor e Elliott. Antes da final, que será transmitida semana que vem pela Sony, porém, alguém tem que ir embora. Quem será essa pessoa a Sony revelará na quinta-feira. Hoje é dia do show semifinal.
Este show é dividido em três partes. Na primeira, os semifinalistas cantarão uma música escolhida por um dos maiores produtores musicais vivos, Clive Davis. Depois, cantarão uma música escolhida pelos jurados. Por fim, uma música que eles próprios escolheram. Quem foi bem? Quem foi mal? É o que veremos agora.
Elliott Yamin
Elliott abre a noite cantando Open Arms, música escolhida por Clive Davis. O vocal foi excelente. Escutar uma música como esta vindo de Elliott só serve para provar que ele pode sim ser um ídolo, diferentemente do que muitos pensam. Esse é um tipo de música ideal para ele cantar quando tiver uma carreira sólida.
A segunda música de Elliott na noite, escolhida por Paula Abdul, é What You Wont do For Love. Essa apresentação teve ainda mais a cara de Elliott do que a primeira. Uma pena constatar que, comparando com a música anterior, o vocal retrocedeu. Vai saber, mas isso pode se mostrar um problema na votação.
I Believe To My Soul é a música final, escolhida pelo próprio Elliott. Finalmente, a melhor dele na noite. O estilo era a cara dele, o vocal estava poderoso e ele se sentiu mais livre do que nunca. Ótimo.
Pois bem, terá Elliott alguma chance de permanecer no programa? É provável que a força da McPheever e da Soul Patrol vençam a indiscutível qualidade técnica de Elliott Yamin, e o coloquem para fora do programa. Mas faço minhas as palavras de Simon Cowell: a mãe de Elliott ficará muito orgulhosa do que ele fez no programa.
Katharine McPhee
Clive Davis escolheu uma música que, segundo ele, auxiliará Katharine a achar seu próprio som: I Believe I Can Fly. Não creio que essa seja a melhor música do mundo para Katharine cantar, tampouco para descobrir seu estilo. A apresentação provou isso: foi simpática, alegre, mas só. Teve um vocal irregular o suficiente para deixar Katharine em desvantagem no início.
Mas só no início, porque Somewhere Over The Rainbow, escolha de Simon Cowell para Katharine, foi a melhor apresentação da temporada - e uma das melhores da história de American Idol. O vocal estava inacreditável, Katharine estava linda e a idéia de ficar no chão foi uma grande sacada. É esse tipo de apresentação que eu costumo chamar de divina.
Por fim, Katharine cantou I Aint Got Nothing But The Blues, que parece ser o tipo de música que estará no CD que ela vier a gravar em breve. E tem mesmo a cara dela. No palco, Katharine ficou livre e com uma desenvoltura sexy. Não chega nem perto de Somewhere Over The Rainbow, mas não é algo que se despreze.
Com essas três apresentações, McPhee continuará no programa? Ela merece continuar apenas por Somewhere Over The Rainbow, mas as outras duas confirmam um pouco que eu não estou errado. Espero que, além de merecer ficar, que já é fato, ela fique de verdade.
Taylor Hicks
Esse não foi nem de longe o ano com as melhores escolhas de Clive Davis. Não mesmo. Ora, Dancing in the Dark é uma música de Bruce Springsteen de grande qualidade e não tem a cara de Taylor. Tanto é que, por mais que não tenha havido danças ridículas, o timbre adotado por Taylor para cantar a música foi inadequado. Ficou claro para quem conhece Dancing in the Dark que essa música é mais que isso.
A sorte de Taylor foi a escolha de Randy Jackson, muito mais adequada: You Are So Beautiful. De qualquer maneira, foi uma apresentação melhor de se ouvir do que se ver, principalmente porque o vocal estava ótimo. O problema foi que, durante a apresentação, o olhar de Taylor estava desconcertante, procurando algo ou alguém nos bastidores do programa. Isso incomodou. Afinal de contas, o que ele estava procurando? Isso é algo que provavelmente jamais saberemos.
Taylor acabou encontrando o conjunto ideal e harmônico apenas em Try a Little Tenderness, que foi sua melhor da noite e uma das melhores de sua trajetória no reality. É a prova viva de que ele pode divertir o público sem as danças ridículas que o acompanham. A única coisa que eu mudaria na apresentação seria a roupa. Só.
Nem é preciso discutir a permanência de Taylor no programa, pois ele é o favorito a vencer e o que ele fez hoje já vale sua permanência. Parece que o eliminado será mesmo Elliott...
Mas, na sua opinião, quem vai sair? Quem foi o melhor da noite? E o pior? Não deixe de comentar!
Katharine e o título que (muito provavelmente) não virá
Há uma coisa engraçada que acontece em todas as edições de American Idol: todo mundo sempre fala mal dos singles que os finalistas cantam no show final e que, caso vençam o programa, será a primeira música de trabalho deles. Nessa edição, não foi diferente. Porém, houve uma novidade com relação a estes singles: cada finalista teve o seu. Não houve o compartilhamento do mesmo.
Eis o problema: o da nossa Katharine é pior que o do outro finalista. A apresentação dos singles foi no mesmo nível, mas a letra do da Kat é muito clichê, quase chata - aliás, é chata; só que a apresentação não é porque é da Kat!
Portanto, começam as teorias da conspiração, um exagero de fãs inconformados. Só que este ano, há um motivo mais forte - além do péssimo single - para a existência dessas teorias: misteriosamente, o retorno do fone de ouvido da Katharine pifou durante uma apresentação. Não chegou a afetar o conjunto, já que todos os jurados elogiaram e tudo, mas poderia ter sido um problema com outra pessoa ou caso a Kat não tivesse cantado essa música na semana passada.
Esse, aliás, foi um outro problema no show de ontem, nos Estados Unidos: a escolha da música. Esse ano - novamente, como em nenhum outro ano -, duas das três músicas da final foram músicas que eles já haviam cantado no programa. Katharine escolheu Somewhere Over The Rainbow (que, para você ver, só vai ao ar hoje no Brasil) e Black Horse and Cherry Tree, que você deve lembrar por ter sido uma apresentação em que ela fez inteirinha de joelhos. Essa idéia de músicas que eles já cantaram no programa é proposital para forçar o telespectador a votar de acordo com o que o candidato apresentou durante a temporada inteira. É até justo.
Mas, se é justo, por que seria um problema com a Kat? É que todas as duas músicas que ela escolheu foram apresentadas no chão, algo que fica na memória do telespectador - se bem que dessa vez, em Black Horse and Cherry Tree, ela se apresentou de pé, mas a presença dos dois caras com um tambor enorme já serviram para refrescar a memória de quem viu. Kat devia ter escolhido duas músicas que já tivessem caído no esquecimento - ou, no mínimo, que não forçassem uma lebrança tão óbvia como as escolhidas. Minhas preferidas para esse papel eram Come Rain or Come Shine e Until You Comeback To Me, músicas essas que você provavelmente não se lembra, o que prova o quão boas escolhas elas seriam.
Eu acredito piamente que Katharine não ganhará essa quinta edição de American Idol. Não pela escolha das músicas, ou pelo single, ou por qualquer outra coisa do show de ontem nos EUA. Acho que o público caiu na história ridícula dos jurados de que está na hora de um homem ganhar e este homem que sobrou (estou mantendo o segredo para quem vê pela Sony, mas esses já devem ter uma idéia de quem é) provavelmente sairá como vencedor da noite. Esperança a gente sempre tem, porque a McPheever virou McPhaith. Mas isso que eu estou sentindo tá mais pra sonho que pra esperança.
***
De repente, a principal enquete de AI dos EUA também mudou de resultado, e Kat não lidera mais. O Dialidol, mais famoso programa de previsão de resultados do reality show, também mostra que Kat não ganha. O negócio tá feio.
UPDATE: Quase que eu esqueço de contar uma coisa que me deixou muito feliz, ontem a noite. Eu votei pela Kat! E foi pelo telefone fixo! Me arrepiei todo de ligar e ouvir ela dizer 'Thanks for voting, Kat. Watch American Idol tomorrow night on Fox...'. Será se vai dar em alguma coisa?
Dicas sobre o filho de Bia Falcão
Filho ou filha? Silvio de Abreu ainda não respondeu qual é o sexo do filho de Bia Falcão e Murat, em Belíssima, mas como é um autor legal, já nos deu algumas dicas. Dicas pequenas, mas que podem se mostrar valiosas mais para frente.
As informações que Silvio de Abreu deu para a coluna de Daniel Castro, da Folha de São Paulo, são sobre idades. Por exemplo: a filha de Bia, Stela, nasceu quando ela tinha 18 e estaria hoje com 58. Sua neta Júlia (Glória Pires) tem 41 e nasceu quando Stela tinha 17. E sua bisneta Érica tem 22 e nasceu quando Júlia tinha 19 anos.
Mas o principal vem agora: o filho de Bia e Murat teria, hoje, 32 anos. Bia, portanto, o teve aos 44, e hoje está com 76. Guarde essas informações!
E aí, já deu para ter uma idéia de quem seria o tal filho misterioso da vilã com o turco?
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Uma outra notícia sobre Belíssima: em breve, o ator Marcos Palmeira vai entrar na trama como o delegado que vai resolver os crimes da novela. Sua participação, porém, será maior do que apenas isso: ele tem tudo para terminar a novela ao lado de Vitória, personagem de Cláudia Abreu. É, parece que a Vitória e o Pascoal não vão ficar juntos no fim. Que pena.
Show final de American Idol é hoje, nos EUA!
Hoje vai ao ar, nos Estados Unidos, o show final da quinta temporada de American Idol. Nossa querida Katharine McPhee disputará o título com um outro participante (pode deixar que eu não vou contar!). Infelizmente, ela não é a favorita para vencer.
Além do mais, o formato da final deste ano a obrigou a fazer uma péssima escolha. É que eles terão que cantar uma música inédita e duas que já cantaram no programa. O objetivo é óbvio: forçar o telespectador a julgar os participantes pelo que eles apresentaram na sua passagem pelo reality show. Então, qual o problema? A escolha de Katharine. Segundo a imprensa norte-americana, ela escolheu Black Horse and Cherry Tree e Somewhere Over The Rainbow. Dois problemas: a última música ela cantou há exata uma semana e as duas músicas tiveram suas coreografias inteiras no chão.
O que Katharine quis com isso eu não faço a melhor idéia. Mas se for o suficiente para levá-la à vitória, está ótimo.
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Se ela ganhar, eu não vou aguentar e vou ter que comemorar aqui no blog. Mas fiquem tranquilos, porque (repito) as chances são pequenas.
Kim Bauer estraga magia da sessão Lost/24 Horas
A sensação que ficou depois da sessão direta de Lost/24 Horas foi a de que deveria haver uma inversão nos horários. Lost devia vir por último. Ora, ninguém merece terminar a noite com a Kim Bauer na cabeça! E isso não é uma brincadeira, é sério. Kim é uma das personagens mais chatas da televisão mundial. De mala-sem-alça em 24 já basta a Chloe. Agora... a Kim! É demais!
Lost, graças a Deus, continua muito bem. O ritmo está ótimo, e o Matthew Fox me surpreendeu com a multidimensão que ele conferiu ao seu Jack neste último episódio. Ali, como em poucas vezes, ele pareceu realmente ser um ator muito competente no papel certo. Esse negócio de domar dois lados da interpretação, com os flashbacks e o presente, é sempre muito complicado, principalmente quando a freqüência é bem diferente - o caso de Lost, no momento.
[Só abro aqui um espaço para comentar a aparição dos (muitos) Outros. Caramba, eles são muitos MESMO. Deu agonia ver a imposição de terror e, obviamente, ver aquele momento que já ficou antológico: Vocês só continuam vivos porque nós deixamos. Os próximos episódios prometem.]
Do outro lado, 24 continua muito bem, também. Em nenhum momento a gente olha pro reloginho da tela (que a própria série fornece) para saber se falta muito para terminar. Nada disso: essa quinta temporada é, provavelmente, a mais eletrizante de todas, e exatamente por isso ela é restrita. Não há muito aprofundamento de personagem, é tudo muito corrido - e a série só serve para você se a correria encaixa no seu gosto.
Só que, caramba, ninguém merece a Kim e a Chloe juntas! Por melhor que a série esteja, a simples presença das duas dá a impressão que a coisa não está tão boa assim. Tomara que a participação da Kim dure apenas poucos episódios - o que já é demais.
***
Antes que alguém me pergunte o motivo de tanto ódio com a Kim e a Chloe, eu respondo de uma vez só: as duas são ruins de doer como atrizes. É tudo na base da emoção vazia, do sussurro, do choro que não convence... E olha que estamos falando de uma temporada que, até o momento, não está exigindo muito desse lado!
Você acredita que essas duas sejam mãe e filha?

Eu acredito. E, em breve, você vai ver uma cena que pode reforçar isso. Já pensou se a moça mais pura da novela for filha da grande vilã? É esse ótimo contraste que faz com que eu aposte em Mônica como filha de Bia Falcão.
Hoje, em 24 Horas e Lost - e mais uma outra dica
Pronto: três horas muito boas para se assistir em seqüência!
"Faça uma doação enquanto eu faço uma gracinha"

O corpo estranho deste domingo na tevê aberta foi, sem sombra de dúvidas, o APAE em Ação, que tomou conta do Programa Raul Gil. Tudo bem que o apresentador era o mesmo, muitas das figuras presentes também eram as mesmas, o maldito merchandising continuou e o cenário teve apenas algumas pequenas mudanças para não ser o mesmo, mas o APAE em Ação foi um programa bem diferente do que Raul Gil apresenta todo santo domingo.
Criança Esperança e Teleton (mais precisamente este último) foram os grandes inspiradores do formato. Estrelas da Band e de outros canais (a vantagem, sem dúvida, foi a presença de Hebe Camargo) se revezaram no palco para fazer gracinhas, mas era evidente o incômodo que elas sentiam. Em dado momento, por exemplo, os dois apresentadores do esportivo Show do Esporte Interativo foram recepcionados por Raul, trocaram os tradicionais olás e foram abandonados em pleno palco pelo apresentador, com a tarefa de falarem sobre a indiscutível nobreza da missão da grande instituição que é a APAE. O resultado foi ver os dois olhando para o chão, pensando no que falar, e enrolando por uns longos dois minutos. Um vexame.
Mesmo com Hebe Camargo o negócio foi feio: Raul Gil estava com um tremendo mau gosto para piadas, principalmente quando disse, em plena três e meia da tarde, que depois que inventaram o Viagra tudo ficava duro. Hebe, certamente constrangida, e com a elegância típica, tratou de completar dizendo que tudo pode ficar duro, menos o público de Raul Gil, que tinha que ligar para doar e blábláblá. No mais, a presença de Hebe foi pura leitura de Teleprompter e dizer que Raul já tinha sido seu calouro.
A arrecadação, até o momento em que eu escrevo, foi muito, mas muito pequena, nada comparável com as do Teleton ou mesmo do Criança Esperança. É claro que não dá para comparar a Band com o SBT ou com a Globo, mas isso não alivia a nada grandiosa arrecadação. A APAE não merecia arcar com o péssimo gosto dos produtores do programa e da falta de criatividade dos realizadores. Uma coisa é boa vontade, outra coisa é bom resultado. O APAE em Ação ficou apenas com o primeiro.
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No momento em que publico esse texto, acabou de terminar mais um dos clássicos vídeos com beneficiados da APAE chorando sem parar para arrecadar ainda mais. Esses vídeos foram as únicas coisas boas do programa, porque ganharam disparados em edição e emoção se comparados com os do Criança Esperança e do Teleton. Mas, nesses dois, assim que os vídeos terminassem, certamente algum famoso estaria chorando ou pedindo doações para ajudar pessoas como "as que acabaram de aparecer". No APAE em Ação, assim que os vídeos terminam, Raul Gil faz imediatamente um merchandising de um minuto e meio de uma marca de miojo.
Em Belíssima, globalização é elemento de identificação
No capítulo da última terça-feira, em Belíssima, todos os olhos estavam voltados para a volta triunfal de Bia Falcão. Não é pra menos: a vilã já entrou para o hall das grandes vilãs da teledramaturgia e seu retorno não podia ser mais misterioso. Só que, nesse mesmo capítulo, uma outra coisa me chamou a atenção: o bar mitzvah do Isaac. Não me recordo de ter visto em outra novela uma exposição tão grande à cultura judaica, e ver aquilo me chamou a atenção para um fenômeno que em Belíssima está mais presente que em qualquer outra novela de que se tenha notícia: a globalização dos personagens.
O Brasil é hoje, provavelmente, um dos países com o maior número de culturas unidas - em metrópoles ou não. Quando se sai na rua, o simples fato de se perguntar a alguém que horas é pode nos colocar em uma situação constrangedora, ao se ouvir uma resposta em italiano, por exemplo. Não se pode mais iniciar uma frase invocando Nossa Senhora para não criar uma saia justa com algum judeu, muçulmano ou pessoa de qualquer outra religião. Em Belíssima, mais do que em qualquer outra novela de que se tenha notícia, o fator mundo é sentido com uma realidade irrestrita, como no nosso dia-a-dia. Os núcleos da novela, que muitos podem classificar como exagerados, irreais e repletos de clichês, são núcleos compostos por pessoas que, independente da classe social, existem. Gregas como a Katina de Irene Ravache realmente existem, assim como turcos como o Murat de Lima Duarte também existem.
Sílvio de Abreu tem escrito uma novela excelente, e essa globalização dos personagens acrescenta à trama um toque ainda mais especial e necessário de realidade. Só que os melhores momentos proporcionados por essa característica da novela são quando os personagens se cruzam - eles jamais ficam separados por nacionalidade, porque isso seria uma imbecilidade. Quando o grego Nikos (Tony Ramos) encontra o turco Murat (Lima Duarte), é ótimo ver o ciúme que um tem do outro pela personagem grega de Irene Ravache. As discussões são ótimas, quase uma espécie de renascimento de ódio entre as raças (no início da novela, quando ainda não conhecia o filho, Nikos disse que era a coisa mais estranha do mundo ter um filho - Cemil - concebido por dois gregos e de nome turco. Hilário). Mais interessante ainda é ver quando Murat utiliza a própria nacionalidade como desculpa para muitas coisas (Eu sou turco e não vou em restaurante grego!, ou então Turco não deixa filho ser ofendido!), numa espécie de oportunismo racial. O que dizer, então, das divertidíssimas cenas de briga entre Safira (grega) e a ex-sogra judia? Safira, aliás, é a globalização em pessoa: seus casamentos tiveram uma variação interessante com um português, um italiano, um judeu e um japonês - e seu maior interesse amoroso, como não poderia deixar de ser, é com um brasileiro (Pascoal). Mesmo entre os personagens brasileiros a variação é assustadora, com diversas classes sociais divididas por facetas incrivelmente diferentes.
Utilizando esse fator interessante que é a inclusão palpável do elemento mundo na trama, Belíssima consegue se tornar uma novela muito mais real do que pretende - e, de forma involuntária, vai criando personagens diferenciados o suficiente para fazer o telespectador se sentir na rua ou em casa. A globalização é tanta que se tornou elemento importante de identificação em Belíssima - mas, como não poderia deixar de ser, também se tornou um ótimo recurso para turbinar as tramas com o lado cômico e dramático proporcionado pela sempre grata diversidade cultural.
Ajude Katharine a vencer American Idol!
É terça-feira a final de American Idol nos Estados Unidos! Katharine está competindo contra (não vou contar!) e ela precisa da nossa ajuda para vencer! Pois bem, se você tem interesse em votar na Katharine ou fazer algo para levá-la à vitória, envie um e-mail para televisionando@globo.com com o assunto "Ajuda Katharine" para receber as instruções. Envie o quanto antes para poder ir se preparando!
Enquanto isso, um colírio para os nossos olhos...

Mudança na direção de Cidadão Brasileiro
Há mais de um mês, sites, jornais e revistas têm anunciado que o autor de Cidadão Brasileiro, Lauro César Muniz, andava insatisfeito com Flávio Colatrello, o diretor da novela da Record. Lauro, antes de mais nada, reclamava da direção das cenas, da iluminação e da diferença do que ele escrevia para o que ia ao ar.
Só que tudo parecia ter se resolvido. Flávio e Lauro César tinham chegado à harmonia entre direção e texto. Mas só parecia, porque nesta sexta-feira, a assessoria de imprensa da Record anunciou à imprensa que Flávio tirou umas férias e que, quando retornar das mesmas, não continuará dirigindo Cidadão Brasileiro. A assessoria do canal também divulgou que Ivan Zettel e Fábio Junqueira assumirão a direção da novela.
Essa mudança pode se revelar um problema caso Ivan e Fábio resolvam mudar o tom de direção que Flávio Colatrello havia imposto. Mas, se a mudança foi de seis por meia dúzia, tudo pode continuar numa boa. Cidadão Brasileiro, que tem atingido uma média boa de audiência para a ambição do canal (dois dígitos!), está sofrendo do mesmo mal que atingiu o início de América, da Globo, e que fez com que Jayme Monjardim se retirasse da direção: a falta de entendimento entre autor e diretor de núcleo. A diferença é que aqui em Cidadão isso não se refletiu na audiência. Bom pra Record.
Os escolhidos
Estou razoavelmente contente com o resultado da última semifinal (não estou contando a respescagem anunciada) de Ídolos. Angel, como já disse, é ótimo; Leandro é um cantor muito bom; e tem a tal da Giovana Félix. Sinceramente, acho que na maioria das cidades do interior do Brasil a gente acha alguém igual ou melhor do que ela. Mas ela teve a oportunidade. Ou seja, a luta a colocou lá. E só por isso é merecido.
Minha favorita do último show, Marielhe, não foi. Mas eu não tenho motivo pra ficar triste porque provavelmente ela será escolhida para a repescagem. E aí pode passar.
***
Do programa inteiro, minha favorita é a Pollyana Papel. Ela é muito boa! No momento, até que nada de estranho aconteça, ela pode contar com a minha torcida.
A melhor noite de Ídolos
Lembra que eu já tinha dito que sempre ia votar no Ídolos? Pois bem, ontem para não perder o costume, votei de novo. E posso até não ter votado na melhor candidata, mas votei na que mais me agradou, na que mais faz o meu estilo, na que eu considero realmente poderosa.
A melhor, isso eu acho que todos perceberam, foi a Ludmila. Ela tem um controle de palco incrível e uma voz linda. Acho que é a única certeza de classificação. Agora, cá entre nós, vocês perceberam a diferença da Ludmila cuja irmã pagou uma passagem da Bahia até São Paulo, mas apenas de ida, para esta agora, da apresentação? Ela estava confiante demais. Ótimo. Mas é preciso cuidado para não ser arrogante.
Meu voto, apesar da Ludmila ter ido muito bem, foi na Marielhe. Aquela de voz lindíssima, e que fez a infeliz escolha com a Marjorie Estiano. A escolha, confesso, foi de doer no coração. Mas ela cantou tão bem, com afinação corretíssima e controle de palco tão poderoso que eu não tinha como não votar nela. Desde as audições, é uma das minhas favoritas.
Só que desta vez, muitos outros foram muito bem nas apresentações. O tal Leandro é um cantor muito bom, a Giovana é uma fofa de talento e o Angel é ótimo. Mas a Marielhe e a Ludmila foram a que mais tocaram no meu coração. A surpresa? Ok, preciso me render e dizer que o tal Paulo Azevedo, pernambucano esquisitão, canta muito, mas muito bem. Fiquei surpreso e tentado à votar nele.
Esta noite, às 22h30, tem a última classificação de Ídolos para o top 10. Minhas apostas de classificação são em Ludmila, Leandro e Marielhe. É arriscado? É. Mas estou sentindo que vai ser isso mesmo. Ah, e finalmente vamos saber como o último classificado vai ser escolhido!
Quais os seus favoritos? Comenta aí!
Katharine está na final!

Commander in Chief é cancelada, mas pode virar filme
Ok, depois da felicidade com a Katharine, eis um momento de tristeza para a maioria: Commander in Chief foi cancelada. A ABC parece não ter se tocado que é importante ter programas de audiência, mas é importante também ter programas que garantam prêmios ao canal. Isso traz credibilidade, que é importantíssima.
Mas não tem volta. A série foi mesmo cancelada. Só que Commander, cuja protagonista é a linda Geena Davis, pode virar um filme. O criador da série, Rob Lurie, disse que tem uma idéia muito boa na cabeça, e que ajudaria a completar aquilo que a série não poderá mostrar na tevê. Obviamente, ainda será necessário muita negociação, mas a idéia tem tudo para vingar.
Ora, Donald Sutherland e Geena Davis são atores tão bons que fazem qualquer filme valer a pena. Ainda mais se for um filme com a presidente Mackenzie.
Simon quer Taylor, Paula quer Elliott e eu quero Katharine
Acho desonesto os jurados de American Idol virem a público para dizer quem eles querem que ganhe o programa. É como o Tribunal Regional Eleitoral dizer quem eles querem que ganhe a eleição de governador. É errado. Paula Abdul uma vez disse que queria Elliott, Simon agora diz que quer Taylor... e eu quero Katharine campeã!
Katharine tem um brilho especial, uma voz magnífica e é capaz de unir uma multidão contaminada pela McPheever. A febre dos fãs de Kath (eu sou um - e sim, o apelido é para os íntimos) é muito grande, basta procurar e ver. Pois eis aí mais uma motivo pra amar a Katharine: Somewhere Over the Rainbow, sua apresentação de ontem, nos EUA.
Lembra que uma vez eu disse que Black Horse and Cherry Tree era a melhor performance da temporada? Pois esqueça. É essa aqui. Over the Rainbow é ainda melhor que aquela que muitos (não eu) consideram a melhor apresentação da história de American Idol: Summertime, da Fantasia da terceira edição. Foi incrível. Eu nem coloco o You Tube da apresentação porque eu acho que ver na tevê semana que vem vai ser melhor pra você. Fica tranquilo: foi uma apresentação incrível MESMO.
Agora, fica o suspense. Ela sai ou não sai hoje nos Estados Unidos? Ela pode sair e não fazer a final. Mas isso seria uma injustiça enorme pelo desempenho dela, ontem. Espero que não aconteça. E se a Kath for pra final, alguém precisa ouvir que eu não vou aceitar outra pessoa que não ela vencendo? Isso é a McPheever.
Prêmio Contigo 2006 prima pelo acerto na escolha dos resultados
Não precisa reclamar, porque eu sei muito bem que errei: quando divulgava minhas previsões do Prêmio Contigo, sempre dizia que o Multishow transmitiria a festa ao vivo. Estava errado. Ontem, na hora do Prêmio, o Multishow estava com outra programação. Engraçado isso, porque o site oficial de Contigo continuou até o final da premiação a anunciar que o Multishow estava transmitindo, quando não estava. De qualquer maneira, segundo nosso leitor Gustavo Horn, o Multishow transmitirá um compacto da premiação nos dias 22 e 23 deste mês. Não vou perder - e espero que você também não.
O jeito, sem o Multishow, foi acompanhar a premiação pelas notícias publicadas a cada minuto no site da revista, com as novidades. Ao final, conferi direitinho e percebi que, das 13 categorias, acertei 7. Só que não estou contando aqui, por exemplo, a categoria de Melhor Autor, onde apostei em Silvio de Abreu, e deu empate entre Abreu e Walcyr Carrasco (aliás, tinha previsto que Carrasco tinha uma chance maior do que todo mundo imaginava - e não deu outra). Com essa, daria 8 acertos. Em Melhor Atriz, minha aposta final foi em Glória Pires, mas tinha deixado claro que Fernanda Montenegro era a favorita a vencer. Contando essa, daria 9. Ou seja, um erro de apenas 4 categorias é uma média boa.
Esses quatro erros, por sinal, também não foram lá uma grande surpresa. Cláudia Raia, que acabou ganhando por Melhor Atriz Coadjuvante, era uma das três favoritas. A aposta em Drica Moraes que fiz foi baseada no amor da imprensa pela atriz, que aqui não deu em nada. Camila Morgado era outra que tinha chances, mas que pode ter sido exagerada demais na interpretação pra vencer. Cláudia Raia venceu, e não fiquei nada surpreso. Assim como também não fiquei surpreso com a vitória de Carolina Oliveira como Atriz Infantil. Nossa aposta foi em Bruna Marquezine por achar que a personagem dela teve uma relação maior com o público brasileiro, mas sempre deixei claro que Carolina e Marina Ruy Barbosa eram minha favoritas à vitória.
As duas outras vitórias que não acertei foram surpresas reais para mim. Jamais imaginei que o figurino de Belíssima ia dar em algum prêmio, já que se tratava, basicamente, de moda corriqueira. Teve lá o figurino de Vitória, que fez algum sucesso, assim como de Rebeca - mas só. Nenhum outro grande destaque que fizesse a vitória da novela na categoria de Figurino (continuo achando o figurino de Hoje é dia de Maria o melhor e não abro mão). Murilo Rosa e Eliane Giardini vencerem por Melhor Par Romântico foi irônico, já que a situação dos dois na novela foi tudo na base do clichê, apesar de empolgante. Não é nenhuma injustiça, mas me surpreendeu.
No final das contas, o Prêmio Contigo 2006 foi óbvio na maioria das categorias, e até mesmo justo. A obviedade é sempre uma coisa chata, que ninguém quer ver nem compartilhar, mas quando vem acompanhada de justiça, é uma maravilha. E, se o prêmio que a Fernanda Montenegro ganhou pela Bia Falcão ajudar ainda mais na magnífica interpretação que ela já faz, vou ficar inteiramente satisfeito, afinal, Bia Falcão faz a alegria da galera!
***
Veja a lista completa dos vencedores:
Belíssima, Melhor Novela.
Silvio de Abreu e Walcyr Carrasco, Melhor Autor.
Fernanda Montenegro, Melhor Atriz.
Tony Ramos, Melhor Ator.
Luiz Fernando Carvalho, Melhor Diretor.
Claudia Raia, Melhor Atriz Coadjuvante.
Bruno Gagliasso, Melhor Ator Coadjuvante.
Murilo Rosa e Eliane Giardini, Melhor Par Romântico.
Carolina Oliveira, Atriz Infantil.
Pedro Malta, Ator Infantil.
Belíssima, Melhor Figurino.
Cleo Pires, Atriz Revelação.
Ailton Graça, Ator Revelação.
Bia acabou de voltar!
"Que moleza, Matilde... Que moleza...."
Bia voltou à moda antiga. Valeu o dia.
Aquecimento do Prêmio Contigo: Enquetes encerradas!
Votou, votou. Não votou, não dá mais. A nossa enquete do Prêmio Contigo foi encerrada agora e os resultados já estão na nossa mão. Pode votar mais, se quiser, mas, oficialmente, a enquete está encerrada. Até porque, daqui a pouco, começa a premiação - e não tem graça votar sabendo os resultados! Os resultados estão abaixo, além de uma recapitulação sobre a nossa opinião de quem será e quem deveria ser o vencedor. Ah, vocês conseguiram me deixar de queixo caído!
Ator Revelação
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Marcelo Médici.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Ailton Graça.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Guilherme Trajano.
Atriz Revelação
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Carolina Oliveira.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Cleo Pires.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Maria Carolina Ribeiro.
Melhor Figurino
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Hoje é dia de Maria.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Hoje é dia de Maria.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Essas Mulheres.
Ator Infantil
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Mussunzinho.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Pedro Malta.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Pedro Malta.
Atriz Infantil
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Marina Ruy Barbosa.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Bruna Marquezine.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Júlia Maggessi.
Melhor Par Romântico
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Drica Moraes e Malvino Salvador.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Ailton Graça e Paula Burlamaqui.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Juliana Silveira e Roger Gobeth.
Melhor Ator Coadjuvante
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Reynaldo Gianecchini.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Bruno Gagliasso.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Leonardo Vieira.
Melhor Atriz Coadjuvante
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Drica Moraes.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Drica Moraes.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Drica Moraes.
Melhor Diretor
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Luiz Fernando Carvalho.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Luiz Fernando Carvalho.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Alexandre Avancini.
Melhor Ator
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Tony Ramos.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Tony Ramos.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Eduardo Moscovis.
Melhor Atriz
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Fernanda Montenegro ou Cláudia Abreu.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Glória Pires.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Flávia Alessandra.
Melhor Autor
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Silvio de Abreu.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Silvio de Abreu.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Tiago Santiago.
Melhor Novela
Na nossa opinião, MERECIA ganhar... Belíssima.
Na nossa opinião, VAI ganhar... Belíssima.
Na opinião dos leitores, quem MERECE ganhar é... Prova de Amor.
Como vocês viram, a maioria dos leitores do blog resolveu boicotar as novelas da Globo, premiando-as apenas quando novelas de outros canais não estavam indicadas. Interessante ver esse boicote, apesar de não achá-lo totalmente justo.
De qualquer maneira, o prêmio está vindo aí e eu continuo confuso. Por que diabos o site da Contigo diz que a festa será dia 15 de maio com transmissão ao vivo do Multishow e o site do canal, na grade de programação, não consta o Prêmio como programa? Não estou entendendo nada... O site da revista (www.contigo.com.br) transmitirá com certeza. A dúvida e a confusão são mesmo quanto ao Multishow.
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Não custa repetir: Bia Falcão volta hoje! Estou ficando doente com isso, quase no mesmo nível que a minha McPheever.
Nova polêmica em Ídolos e Bia Falcão
Depois do envolvimento de uma participante com um jurado, Ídolos tem uma nova polêmica: a classificação de Paulo Neto. Sabe aquele cara que ninguém esperava que fosse classificado na primeira semana, e foi? Pois é. Deu na revista Viva que ele foi classificado por mobilização da cidade dele. Só que, obviamente, para ser polêmica, tem que ter mais coisa no buraco. Eis, então, que Paulo Neto é descoberto como ex-funcionário da prefeitura de sua cidade. O prefeito (e não há chance disso ser fofoca vazia, já que quem deu a declaração foi um primo do prefeito!) pagou para a população uma boa quantia em cartões telefônicos para - adivinhem! - ligarem e votarem em Paulo Neto.
Isso não desclassificará o participante, até porque não é um motivo. Mas justificará mais pra frente o fato dele continuar seguindo no programa - o que, tendo em base o fato de que a votação local teve força, deve acontecer.
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Eu estou começando a ficar doentiamente ansioso pela volta de Bia Falcão. E olha que é hoje! Não aguento mais!
Aquecimento para o Prêmio Contigo: As Enquetes!
Após analisar categoria por categoria do Prêmio Contigo 2006, chegou a vez de você dar a sua opinião. Este blog coloca a disposição, logo abaixo, enquetes sobre todas as categorias perguntando quem deve ganhar o prêmio. Responda sem medo de ser feliz até o início da premiação, no dia 15, quando os vencedores das enquetes serão anunciados. Não deixe de participar, ainda que em cima na hora!
Cenário de Ídolos
Não sei se alguém vai querer manter o suspense sobre isso, mas lá vai:
O Top 10 começa daqui a duas semanas.
Prêmio Contigo: Melhor Novela
Chegamos, hoje, ao final da análise de categoria por categoria do Prêmio Contigo de Televisão Brasileira 2006. A última categoria a ser analisada é a de Melhor Novela. Não esqueçam: a transmissão do resultado ocorrerá amanhã, dia 15, pelo Multishow e pelo site da Contigo.
Melhor Novela
Alma Gêmea (Globo)
América (Globo)
Bang Bang (Globo)
Belíssima (Globo)
Floribella (Band)
Prova de Amor (Record)
Quem merece ganhar: Em um mundo normal, Bang Bang não seria indicada. Nem Floribella. Hoje É Dia de Maria, Essas Mulheres e A Lua Me Disse mereciam a vaga. Mas, injustiças à parte, quem merece é Belíssima por ser uma das melhores novelas dos últimos dez anos. Não tem erro. O acerto de Silvio de Abreu merece a vitória.
Quem vai ganhar: Alma Gêmea pode ter mais chances do que parece, mas Belíssima, até que se prove o contrário, é quem merece e quem provavelmente vai ganhar.
Comentários sobre a premiação você vai ler aqui, na terça-feira.
Feliz dia das mães
Um frase bem interessante para a data de hoje, que li na minha agendinha do blog: "Maternidade não é para mulher frágil. Sapos, joelhos ralados e insultos de meninas adolescentes não são para criaturas delicadas." Deixo aqui, portanto, meu feliz dia das mães para as mães que frequentam o blog e para as mães de quem frequenta o blog. Parabéns, mulheres fortes o suficientes para ocuparem a tarefa de ser mãe.
Prêmio Contigo: Melhor Atriz e Melhor Autor
Estamos chegando ao final das análises de categoria por categoria no Prêmio Contigo 2006. Hoje é o penúltimo dia. As categorias de hoje serão Melhor Atriz e Melhor Autor. Amanhã, o post será único e exclusivo para Melhor Novela. A cerimônia com a revelação dos resultados da votação feita com jornalistas e colunistas de tevê ocorrerá no dia 15, segunda-feira, no Copacabana Palace, com transmissão pelo site da Contigo e pelo canal pago Multishow. Vamos começar as análises.
Melhor Atriz
Cláudia Abreu - Vitória (Belíssima) (Globo)
Christiane Torloni - Haydée (América) (Globo)
Fernanda Montenegro - Bia Falcão (Belíssima) (Globo)
Fernanda Montenegro - Madrasta e Dona Cabeça (Hoje É Dia de Maria) (Globo)
Flávia Alessandra - Cristina (Alma Gêmea) (Globo)
Gloria Pires - Júlia (Belíssima) (Globo)
Quem merece ganhar: Uau. Que categoria difícil de escolher quem merece e quem vai ganhar. Muito difícil mesmo. Isso é porque todas as atrizes indicadas são ótimas e merecem ganhar. Sou o maior fã de Cláudia Abreu na face da Terra, e com a Vitória de Belíssima, ela está arrasando. Adoro a Christiane Torloni, apesar de reconhecer que seu trabalho em América não foi dos melhores. Fernanda Montenegro é incrível, e é bem provável que seu trabalho em Hoje É Dia de Maria tenha sido mais apurado que em Belíssima. Flávia Alessandra arrasou em Alma Gêmea, no melhor papel de sua carreira. E, por fim, Glória Pires mostrou que ficou fora da tevê para voltar em uma personagem que ficou um bom tempo sem sal, discreta, mas que cresceu e deu oportunidades para Glória mostrar ainda mais o quão boa atriz ela é. Quem merece? Eu voto em Fernanda Montenegro em Hoje É Dia de Maria e Cláudia Abreu em Belíssima. É impossível escolher uma das duas.
Quem vai ganhar: Premiar Fernanda Montenegro seria a saída mais fácil e óbvia de todas. Ela é a dama da tevê brasileira, tem um currículo extenso e merece qualquer prêmio que ganhar. Só que ambos os papéis em que participou foram curtos demais, apesar de marcantes. A interpretação dela como Bia Falcão é a favorita a ganhar o prêmio, sem dúvida. Porém, eu vou contra a maré e aposto que Glória Pires irá ganhar, pelo simples fato de ter ficado alguns anos fora da tevê. Mas nenhuma vitória, a não ser a da Flávia Alessandra, seria surpreendente.
Melhor Autor
Glória Perez (América) (Globo)
Luis Alberto de Abreu e Luiz Fernando Carvalho (Hoje É Dia de Maria) (Globo)
Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa (A Lua Me Disse) (Globo)
Silvio de Abreu (Belíssima) (Globo)
Tiago Santiago (Prova de Amor) (Record)
Walcyr Carrasco (Alma Gêmea) (Globo)
Quem merece ganhar: Glória Perez fez de América um turbilhão causador de enxaqueca em mais da metade da novela. O Luiz Alberto de Abreu e o LF Carvalho fizeram de Hoje É Dia de Maria uma obra folclórica de valor inestimável, apesar do texto ter fracassado na crítica ao consumismo da segunda temporada (chamada pela emissora de segunda jornada). Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa homenagearam as mulheres em uma chanchada bobinha como foi A Lua Me Disse. Tiago Santiago está fazendo de Prova de Amor uma experiência extremamente desgostosa. Walcyr Carrasco optou pelo óbvio em Alma Gêmea, sem vontade de ousar. Por fim, chegamos a Silvio de Abreu. Ele é um autor extremamente criativo e que arquiteta suas tramas com genialidade ímpar. Em Belíssima, os diálogos de Abreu estão melhores do que nunca. Ele merece, sem dúvida.
Quem vai ganhar: Silvio de Abreu, por ter feito de Belíssima a queridinha dos críticos e jornalistas. Se ele não ganhar, é porque vai estar chovendo canivete fora do Copacabana Palace.
Dois meses após estréia, Sinhá Moça necessita de sal na receita batida
Amanhã, Sinhá Moça completará dois meses exatos desde sua estréia. Nesses dois meses, excluindo a estréia, praticamente não publiquei nada sobre a novela, porque esses dois meses iniciais são primordiais para saber qual é o rumo da trama, qual é a do elenco, qual é a da direção e qual é a do público com a novela. Pois bem, dois meses depois, já deu para perceber qual é a de Sinhá Moça: ter o mesmo ritmo e rumo do início.
Em termos de audiência, a novela está indo razoavelmente mal. Para se ter uma idéia, a média atual é inferior à média do capítulo de estréia, algo que raramente acontece. A tendência de uma novela, após algumas semanas, é manter ou aumentar a audiência. Não é o que acontece com Sinhá Moça, e, até agora, nada foi feito para a reversão do quadro. O grande problema da novela é não ter tido a capacidade de realizar autocrítica e notar que a tática de usar o grandioso elenco e a imagem de alta definição para driblar a fraca história não está funcionando. E que a solução pode ser bem simples: colocar sal na receita.
Não há qualquer dúvida de que Sinhá Moça tem uma imagem belíssima. Talvez seja a melhor direção de Ricardo Waddington em muitos anos, com seqüências e planos de tirar o fôlego, além da imagem de cinema, que dá a incômoda sensação de que a novela não é novela. Pode ser que a imagem perfeitinha tenha sido um revés para Sinhá Moça: às vezes, o que o telespectador quer é ver novela de verdade, com a imagem de sempre. Como há a diferença da definição de Sinhá para Cobras e Lagartos (e, anteriormente, Bang Bang) e Belíssima, o público pode ter descartado a novela. Um dos maiores fracassos da História da teledramaturgia da Record, Metamorphoses, também tinha essa imagem de alta definição, e acreditava que isso seria o suficiente para ter audiência. Não foi.
Porém, é ridículo crer que a imagem perfeitinha tenha sido o fator principal da repulsa que o telespectador sentiu pela novela. Pode ter sido um dos fatores, mas jamais o principal. O erro sempre esteve no texto do Benedito Ruy Barbosa, que é repleto de emoções falsas, clichês, inverossimilhanças e exageros. E não há nada de novo. Desde o início, Sinhá Moça foi totalmente um conjunto de fatos de novelas que já vimos anteriormente - e não incluo aqui a primeira versão da novela. O desenvolvimento e a separação de núcleos de Sinhá é parecidíssima com a de Cabocla, que ainda está fresca na memória do telespectador. A sensação de estar vendo algo que parece já ter passado antes é a pior coisa para quem vê e prejudica quem faz e trabalha com o produto.
Ter atores excepcionais, como Reginaldo Faria e Osmar Prado (acabei descobrindo que ele é melhor do que eu achava, veja só, em Sinhá), atores ótimos, como Elias Gleiser, Patrícia Pillar, Lu Grimaldi, Oscar Magrini, Humberto Martins e Danton Mello, e atores bons e em ascensão como Bruno Gagliasso, Débora Falabella e Caio Blat, por exemplo, não faz a trama ser mais interessante ou sedutora do que é. O melhor momento de Sinhá Moça até agora foi quando, no primeiro capítulo, o personagem de Milton Gonçalves (indicado ao Emmy apenas por essa participação na novela) morria no tronco da senzala. Ali, havia ótimos diálogos, uma revelação surpreendente, e ótimas interpretações. A essência do que Sinhá Moça deve ser - e talvez até queira ser - estava ali.
Ótima imagem e ótimo elenco a novela já tem; o que é preciso agora são surpresas, tensões, novidades, suspense e um pouco mais de sal na receita batida. Ainda há tempo.
Prêmio Contigo: Melhor Diretor e Melhor Ator
Estamos chegando ao final dessa análise de categoria por categoria do Prêmio Contigo, que ocorrerá na segunda-feira, dia 15. Hoje, como está sendo feito nos últimos dias, analisaremos mais duas categorias. As de hoje serão as de Melhor Diretor e Melhor Ator. A cerimônia de entrega do prêmio ocorrerá no Rio de Janeiro, e tanto o site da revista quanto o canal Multishow transmitirão a entrega. Vamos às análises.
Melhor Diretor
Alexandre Avancini (Hiran Silveira) (Prova de Amor) (Record)
Denise Saraceni (Belíssima) (Globo)
Jayme Monjardim e Marcos Schechtman (América) (Globo)
Jorge Fernando (Alma Gêmea) (Globo)
Luiz Fernando Carvalho (Hoje É Dia de Maria) (Globo)
Ricardo Waddington (Mad Maria) (Globo)
Quem merece ganhar: Não há qualquer outra possibilidade de merecimento que não seja Luiz Fernando Carvalho. É uma outra categoria, infinitamente superior aos outros diretores. O trabalho de Carvalho em Hoje é Dia de Maria é simplesmente excepcional em arte e direção de elenco e merece esse prêmio mais do que qualquer outro diretor. Aliás, o trabalho dele foi quase tão perto da impecabilidade real que merecia ser Hors Concours.
Quem vai ganhar: Acredito que os jornalistas e críticos escolhidos para o júri foram no mesmo pensamento que o meu e escolheram Carvalho como vencedor. Em um outro ano, sem Hoje é Dia de Maria, Ricardo Waddington ou Denise Saraceni venceriam. Mas eu não consigo imaginar outra vitória que não a de Luiz Fernando Carvalho. É justo e quase óbvio.
Melhor Ator
Antonio Fagundes - Ministro Juvenal de Castro (Mad Maria) (Globo)
Eduardo Moscovis - Rafael (Alma Gêmea) (Globo)
Fábio Assunção - Joe Richard Finnegan (Mad Maria) (Globo)
Rodrigo Santoro - Amado e Dom Chico Chicote (Hoje É Dia de Maria) (Globo)
Tony Ramos - Nikos (Belíssima) (Globo)
Wagner Moura - Gustavo (A Lua Me Disse) (Globo)
Quem merece ganhar: Apesar das declarações que Lima Duarte deu em entrevista à Folha de São Paulo, criticando o companheiro de trabalho pela forma como conduz a interpretação, é mais que justo entregar o troféu ao Tony Ramos pelo Nikos de Belíssima. Há um primor na condução da emoção do personagem, que acaba sendo misturada com o sotaque, dando o tom boêmio característico, que faz a interpretação de Tony Ramos ser ótima e a merecida do prêmio. Wagner Moura está colado com Tony no merecimento, mas ainda falta um pouco até equiparar.
Quem vai ganhar: Barbada maior que a vitória do Tony Ramos não há. A imprensa e o público o adoram e adoram o Nikos. Não chega a ser um caso de todo encerrado, porque Wagner Moura pode surpreender por ser um novo talento na área, mas Tony, creio eu, pode respirar aliviado por já ter ganho esse aqui. E pode respirar ainda mais aliviado por ter tido uma interpretação que fará sua provável vitória em algo justíssimo.
Não perca amanhã, sábado, aqui no blog, as previsões para Melhor Autor e Melhor Atriz. A previsão para Melhor Novela ficará em solo no domingo. Até amanhã.
Boas escolhas em Ídolos?
Viram o Ídolos nesta quinta-feira? O programa teve um ritmo melhor que o episódio dos resultados da semana passada. Foi a mesma encheção de lingüiça da outra vez, só que aqui não pareceu ser. Teve o momento Tidinha (a Xuxinha cover!) que é hilário e que foi devidamente dividido em duas partes para não perder conteúdo. O jurados, porém, decaíram de ontem para hoje, já que passaram o programa inteiro falando em povo, povo e povo, como políticos em comício eleitoral.
E os resultados? Minha Pollyana Papel, surpreendentemente, passou. Fiquei feliz, não posso negar. A tal Thais, que havia previsto como classificada, também passou (a ceninha ajoelhada com choro ofegante foi pior que a do Lucas na semana passada). Agora, o que é Vanessa? Detestei essa escolha. Achei que ela é um mosaico de Rebelde e Pitty de marca menor. O potencial vocal dela, então, nem se fala. Mas, no geral, foi uma escolha melhor que a da semana passada, onde apenas o Osnir era aproveitável - aqui, Thais e Pollyana funcionarão direitinho. Vanessa é uma incógnita como Paulo Neto. Também não gosto do Lucas que passou na primeira semifinal, acho que não funciona nem como cantor bom nem como ídolo comercial.
Agora é torcer para que semana que as três escolhas sejam boas (tenho alguns favoritos na cabeça, mas a decisão do meu voto fica só pra depois do show) e que o programa tente continuar com o ritmo razoavelmente bom de hoje. Ídolos já emplacou com o público; só falta funcionar sempre bem como produto televisivo - e garantir identidade, tecla que venho batendo desde antes de o programa estrear.
Commander In Chief volta com portunhol da Sony
A Sony já está fazendo seu trabalho de divulgar que novos episódios de Commander in Chief começarão a ser exibidos dia 15 desse mês. Aliás, que mês é esse? Maio. Sabe como é que a Sony está divulgando nos comerciais? Que a série volta dia 15 de MAYO. Hahaha. Já é comum essa inserção de portunhol na programação do canal.
Prêmio Contigo: Melhor Ator e Atriz Coadjuvante
Aqui continuamos nós, analisando e debatendo de forma sadia, é lógico, as categorias do Prêmio Contigo de Televisão Brasileira 2006. As categorias de hoje são as de Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Atriz Coadjuvante. Vale lembrar que o prêmio será entregue em uma cerimônia glamurosa, no Rio de Janeiro, dia 15 deste mês. A transmissão será feita pela internet, no site oficial da Revista Contigo ou pelo canal pago Multishow. Vamos às análises.
Melhor Ator Coadjuvante
Bruno Gagliasso - Junior (América) (Globo)
Leonardo Vieira - Lopo (Prova de Amor) (Record)
Malvino Salvador - Vitório (Alma Gêmea) (Globo)
Marcos Frota - Jatobá (América) (Globo)
Matheus Nachtergaele - Carreirinha (América) (Globo)
Reynaldo Gianecchini - Pascoal (Belíssima) (Globo)
Quem merece ganhar: Eu acho que ninguém vai concordar comigo. Acho não: tenho 99,9% de certeza. Mas sejamos sinceros: é muito mais do que eficiente a interpretação do Gianecchini em Belíssima. O fato de ele ser um galã, ter sido, antes de tudo, modelo e ter tido interpretações ruins na carreira, nos deixa com um pé atrás e até com certo preconceito. Só que o personagem do Reynaldo Gianecchini cresceu: começou artificial e depois firmou os maneirismos, o sotaque e o lado cômico do personagem até deixar tudo corretinho. Quando vemos que ele tem o tesão pela personagem da Cláudia Raia e, logo em seguida, vemos ele sofrendo de amores pela personagem da Cláudia Abreu, dá pra acreditar que o Pascoal pode ter os dois lados. E fazer um personagem com extremos como esses ter verossimilhança é um desafio que Gianecchini cumpre sem medo de errar.
Quem vai ganhar: Um leitor disse em um dos comentários de previsões anteriores do Prêmio Contigo que eu estava prevendo uma mega vitória de América. Eu acredito, realmente, que a novela acabará sendo a mais premiada da noite, sim. Tomemos como exemplo essa categoria. A novela de Glória Perez acabará, de um jeito ou de outro, vencendo. Bruno Gagliasso, Marcos Frota e Matheus Nachtergaele são os favoritos. Qual deles tem mais chance? O último, em outras ocasiões, seria o favoritíssimo sem causar nenhuma discussão sobre um possível merecimento de qualquer outro candidato. Porém, algo me diz que Gagliasso vai ganhar pelo personagem que interpretou. Pela importância que seu Júnior teve na teledramaturgia e mesmo como consolo por ele não ter emplacado a primeira cena de um beijo gay em uma telenovela. Todos os caminhos levam a Bruno Gagliasso.
Melhor Atriz Coadjuvante
Alinne Moraes - Penny Lane (Bang Bang) (Globo)
Camila Morgado - May (América) (Globo)
Claudia Raia - Safira (Belíssima) (Globo)
Drica Moraes - Olívia (Alma Gêmea) (Globo)
Fernanda Souza - Mirna (Alma Gêmea) (Globo)
Juliana Paes - Creusa (América) (Globo)
Quem merece ganhar: Nos Melhores de 2005 que criei aqui no blog, ao final do ano passado, dei o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para Drica Moraes. Aqui, mais uma vez, vou dizer que quem merece ganhar é ela. Sabe por que? Porque ela é uma atriz extremamente versátil, trabalhou com os lados dramáticos e cômicos da personagem de forma incrível e conseguiu roubar a cena de uma novela como Alma Gêmea que, mesmo com o excesso de crítica em cima dos protagonistas, continuou supervalorizando-os. É dela o merecimento e não abro mão.
Quem vai ganhar: Espero que os jornalistas, críticos e colunistas votantes sigam o mesmo raciocínio que eu e dêem o prêmio ao ótimo trabalho de Drica Moraes, o que seria mais que merecido. Drica é, na minha opinião (como não há parâmetro para consulta, acaba sendo na minha opinião), a favorita à vitória. Mas (olha América aí, gente!) Camila Morgado corre por trás e tem grandes chances de vencer.
Não perca, amanhã, aqui no blog, as previsões para as categorias de Melhor Diretor e Melhor Ator. Até lá!
Spoiler! A sobrevida de Katharine
Se você quer ver aquele que é um dos momentos mais chocantes de todas as temporadas de American Idol, e que aconteceu ontem, nos Estados Unidos, veja logo abaixo, clicando no símbolo do play. Estou antecipando aquilo que os telespectadores da Sony veriam na semana que vem. É que é algo tão chocante que eu achei ideal colocar aqui para, acompanhando os shows da semana que vem, você julgar se foi certo ou não. E, é claro, para você usufruiu da alegria que eu tive com a sobrevida da nossa Katharine!
Agora, é por sua conta e risco!
Novas apresentações em Ídolos e o meu voto vai para...
Essa nova semana de Ídolos, com os shows desta quarta-feira, me deixou numa encruzilhada. Desde o início do programa, eu prometi a mim mesmo que iria votar em todos os shows para depois não ter que reclamar se algum favorito meu não tiver ido em frente. Pois bem, e agora, em quem votar?
Existem duas opções que eu considero: Talita e Pollyana. Não considerei nenhum homem porque três já foram aprovados. Foquei nas mulheres. E essas foram as únicas que me agradaram. A primeira foi massacrada pelos jurados, a segunda foi elogiada mais do que devia. E agora?
Talita, preciso confessar, é da mesma cidade em que minha mãe nasceu - e, sim, eu devo ter gostado dela um pouco por causa disso. Pollyana tem um sobrenome engraçadíssimo (Papel) e mora numa cidade com um nome ainda mais engraçado (Bebedouro), além de que canta bem. Muito bem. Melhor que Talita e que qualquer uma nesse programa.
Meu voto vai pra ela. Decidi aqui e agora que ela é a minha escolhida. Sinceramente, não acredito que ela passe pelo simples fato de ter demonstrado uma certa confiança que pode ser interpretada como arrogância, e também porque não é tão carismática assim. Mas não é por isso que eu vou deixar de votar por ela. Ela pode não passar, mas eu fiz a minha parte.
Minhas apostas para os aprovados para a próxima fase são simples: Davidson, Diogo (esse aqui vai passar por compaixão nacional, porque cantar...) e Thais. Uau. Mais homens que mulheres. Será?
***
O programa, em si, continuou com um ritmo muito ruim e os apresentadores indo muito mal. Comecei a gostar mais do desempenho dos jurados como conjunto, apesar de não achar tão interessante o fato de eles sempre entrarem em uma unanimidade. Evoluiu a passos de tartaruga.
Amanhã é o teste do programa: será se veremos mais uma hora inteirinha com encheção de lingüiça como foi semana passada? Espero que não, mas é algo que dá medo, pois pode desmoronar a audiência conquistada. Vamos ver como Ídolos se sairá.
Obrigado, América
Katharine ganhou mais uma semana para ir bem e ganhar o passaporte para a final. Tá ok, não avisei que era spoiler. Mas foi pra te deixar feliz. Vai dizer que não gostou?
O eliminado eu não conto. Se quiser saber, procure. Vou preservar o suspense dos telespectadores da Sony até semana que vem. Mas foi chocante.
American Idol: a noite do encontro entre o hoje e o ontem
Semana passada, quando os nossos concorrentes à vaga de novo ídolo americano cantaram músicas românticas, Kellie Pickler, a loirinha queridinha da América, foi eliminada. Houve um consenso de que a eliminação foi justa e tardia. Nesta semana, os concorrentes terão a chance de cantar duas músicas: uma do ano em que nasceram e outra que está nas paradas da Billboard atualmente - não necessariamente uma música atual.
Quem foi bem? Quem foi mal? É o que veremos agora, na análise de apresentação por apresentação dos competidores da quinta temporada de American Idol. Vamos lá.
Elliott, On Broadway (1ª música)
Essa primeira apresentação de Elliott soou muito estranha. No p